Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Estudantes Secundaristas do Colégio Garrastazu Médici fazem exposição sobre Marighella e querem mudar o nome da escola


Eis uma grande história: estudantes do ensino médio do Colégio Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici, em Salvador, fizeram uma exposição sobre o conterrâneo Marighella. Batizaram-na “A vida em preto e branco: Carlos Marighella e a ditadura militar”.
No vídeo, a professora de sociologia Maria Carmen mostra o trabalho de seus alunos.
“Seu livro foi uma base e uma inspiração para este trabalho”, ela disse a Mário Magalhães, comovendo-o. (Clique aqui para ler sobre a obra “Marighella – o Guerrilheiro Que Incendiou o Mundo”)
Há um movimento para mudar o nome do estabelecimento para Carlos Marighella. Médici era o ditador cujo governo torturava e matava seres humanos. Foi no seu mandato que ao menos 29 agentes da ditadura, armados até os dentes, assassinaram Marighella, desarmado.
A professora Carmen e seus alunos orgulham a Bahia e o Brasil. Quem mantém um colégio com tal nome se iguala a qualquer fanático que, na Alemanha, pretenda erguer uma escola chamada Adolf Hitler.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Ricos perdem exclusividade e reclamam da classe emergente

Segundo Renato Meirelles, do Data Popular, serviços mais caros e enriquecimento das classes C e D geram desconforto entre os endinheirados

Na última semana, o lançamento do iPhone 5C levantou uma polêmica entre usuários nas redes sociais. Com a Apple dedicando esforços à popularização de seus produtos, houve quem reclamasse que os smartphones da marca, antes restritos a uma minoria privilegiada, virariam “coisa de pobre”.
O aparelho não tem nada de "pobre" – as versões desbloqueadas do aparelho custarão no mínimo US$ 549 (cerca de R$ 1,3 mil), um preço suficientemente impeditivo frente aos principais concorrentes. No entanto, o movimento nas redes fez lembrar o lançamento do Instagram para Android, quando um coro de usuários dizia temer pelas fotos que “infestariam” a rede.
A questão não é a qualidade do produto ou do serviço, mas o status que o uso dessas ferramentas agrega. O fato é que as classes mais altas andam muito incomodadas com o enriquecimento dos chamados emergentes, principalmente porque sentem o peso da perda da “exclusividade”.
Essa é uma das percepções de Renato Meirelles, presidente do Data Popular, consultoria de pesquisas especializada nas classes emergentes. “Não tenho dúvidas que é a perda da exclusividade que está incomodando esses consumidores”, afirma.
Entre 2010 e 2011, segundo dados da pesquisa O Observador , a renda média disponível para as classes C e D aumentou 50%. A renda dos mais pobres cresceu três vezes mais que a renda dos mais ricos nos últimos dez anos. Naturalmente, a maior parte do que era acessível apenas a alguns privilegiados já está ao alcance dos emergentes. “Hoje é comum, por exemplo, empregada e patroa usarem o mesmo perfume. O exclusivo está cada vez mais democrático”, explica.
Para completar, esse crescimento desproporcional da renda coloca os mais ricos em situação ainda mais desfavorável: diante da inflação de serviços, o dinheiro da classes A e B já não comporta grandes gastos. “Agora para o mais rico adquirir o produto ou serviço ‘exclusivo’, vai precisar desembolsar um dinheiro que não tem”, diz Meirelles. “Os mais ricos têm a sensação de que saíram perdendo.”
Erro de avaliação
Na última semana, no C4 (Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor), a consultoria de pesquisas Data Popular exibiu um vídeo em que apresentava entrevistas de cidadãos comuns – de classes A e B – falando sobre o “incômodo” que a popularização dos serviços provocava no seu dia a dia. ”Incomoda ver como as pessoas entram nos aviões carregando coisas absurdas”, diz uma senhora. “Empresas como a CVC acabaram como a nossa boa vida. Viajar de avião não é mais classe A”, afirmou outro rapaz.
Esse grupo, no entanto, muitas vezes ignora que boa parte desses emergentes de fato já são mais ricos que eles. Meirelles destaca que 44% das pessoas que compõe as classes A e B são os primeiros ricos da família.
“São pessoas com histórico de classe C, com jeito de pensar de classe C, mas que têm renda muitas vezes até maior que o 'rico' que reclama”, diz.“Um dono de padaria ou mercadinho de bairro, por exemplo, fatura R$ 100 mil por mês. O engenheiro ou advogado quase nunca tira tudo isso.”
É no histórico que mora a principal diferença. Enquanto no passado o novo rico costumava esconder sua origem, hoje ele se orgulha de sua trajetória e já não tem mais as classes A e B como referência inconteste.
“Quem acha que a aspiração da classe C é ser classe A está enganado”, afirma Meirelles ressaltando que a lógica social das duas classes são inversas. “Enquanto a classe C trabalha na lógica da inclusão, a elite trabalha na lógica exclusividade. Os mais ricos esperavam que esse novo público os tivesse como exemplo de comportamento, mas isso não aconteceu.”
Do aspiracional para o inspiracional
Há um processo de acomodação em curso. Segundo os prognósticos do Data Popular, na próxima década, as classe A e B vão crescer duas vezes mais que a classe C. Com isso, empresas de todo o País estão em busca de novos modelos de operação, de forma a atender eficientemente os novos clientes.
Nesse novo contexto, as aspirações perdem espaço para as inspirações.
“O indivíduo deixa de usar o consumo para mostrar algo que não é, preferindo ferramentas que o façam uma pessoa melhor”, afirma. Mesmo que já estejam significativamente mais próximas dessa nova realidade, as empresas ainda não entenderam completamente quem é esse novo rico – e seus principais comportamentos de consumo.
Para Meirelles, o perfil do novo rico brasileiro está mais alinhado com o que se vê nos Estados Unidos – onde a pauta central é do consumo e da cultura do espetáculo. Esse formato é oposto ao modelo europeu, por exemplo, que valoriza o capital cultural, social e acadêmico.
Por aqui, Meirelles aposta na terceira via.
“Temos esse traço na nossa cultura, de aproveitar todas as experiências e mostrar um caminho com a nossa cara”, diz. “Vejo dois componentes a mais no nosso contexto: a flexibilidade do brasileiro e a vontade de reduzir os pontos de conflito.”

segunda-feira, 22 de abril de 2013

segunda-feira, 18 de março de 2013

Instrução Digital

No Youtube há um canal voltado para o Enem, deveras interessante: Instrução Digital. Os vídeos de Sociologia são nota 10, mas tem vídeos de todas as disciplinas.
Acessem:
Link para os vídeos de Sociologia - Instrução Digital - Sociologia
Link para o site: www.instrucaodigital.com.br/

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

40.000 Acessos do Blog

Neste mês de novembro, o blog atingiu a marca de 40.000 acessos. Obrigado a todos que vem aqui em busca de informação. É gratificante saber que o blog está em contínuo crescimento.

domingo, 11 de novembro de 2012

Professor de Sociologia da Faculdade do Michigan cria curso de preparação para apocalipse zumbi


Um professor da Faculdade Estadual do Michigan decidiu criar um curso online extra curricular para seus alunos: Sobrevivência ao Apocalipse Zumbi - Catástrofes e Comportamentos Humanos. 

Parece que o curso começa em maio e tem duração de 7 semanas, para divulgar melhor chegou a colocar um vídeo promocional no youtube, afirmando: " Em momentos de catástrofes algumas pessoas encontram sua humanidade, outras a perdem..."

O cara deu uma entrevista a NBC, dizendo que pretende usar a metáfora dos zumbis para lecionar sociologia, demonstrando como as pessoas se comportam em tempos de crise, assim como o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA fez no ano passado, quando publicou um HQ com a temática zumbi para ensinar as pessoas como lidar com situações de emergência.

Vídeo promo da aula:

Canal do curso no Youtube:

segunda-feira, 13 de junho de 2011

90% dos jovens têm orgulho de ser brasileiros, revela pesquisa

Otimismo e preocupação coletiva são características marcantes na juventude entre 18 e 24 anos.
 
Um estudo inédito divulgado nesta segunda-feira (13) em São Paulo mostra que 9 em cada 10 jovens, com idades entre 18 e 24 anos, têm orgulho em ser brasileiros. De acordo com o levantamento, que ouviu mais de 3.000 pessoas de 173 cidades do país, a geração atual é “sonhadora” – segundo avaliação de 34% dos entrevistados – e otimista em relação ao futuro do Brasil (75%).

A pesquisa Sonho Brasileiro, que levou mais de um ano para ser concluída, revela também que os jovens brasileiros querem transformar o mundo em um lugar melhor: 90% disseram querer exercer uma profissão que ajude a sociedade; 28% sonham com “oportunidades para todos”; 18% desejam menos violência; e 13% almejam o fim da corrupção.

Entretanto, diferentemente do que ocorria nos anos 1970 – quando o Brasil vivia a ditadura militar –, os jovens de hoje sabem que podem trabalhar por uma causa coletiva e buscar seus sonhos pessoais, como avalia Gabriel Milanez, pesquisador da Box1824 (agência especializada em mapear tendências de comportamento), que realizou o estudo em parceria com o instituto Datafolha. "Hoje, 50% dos jovens brasileiros se conectam mais com discursos coletivos que individualistas. [...] Isso mostra que o jovem concorda que tem um papel de transformar a sociedade, ou seja, ele entende que o que é mais aceitável socialmente é ser mais ‘coletivo’".

Isso ajuda a entender porque apenas 5% dos jovens elegeram como prioridade “ficar rico”, e porque o sonho da casa própria está no topo da lista de somente 15%. Ao serem questionados sobre seus sonhos individuais, 55% dos entrevistados optaram pela educação e escolheram como prioridade “a formação profissional e emprego na área escolhida”.

Grana e carreira  - O modo como os jovens encaram a carreira é um dos principais “pontos de conflito” em relação à geração dos pais deles, quando a estabilidade financeira estava no topo da lista de desejos. Isso não quer dizer, porém, que os brasileiros perderam o desejo de conquistar dinheiro, apenas mostra que coisas como “realização pessoal” e preocupação social ganharam maior importância, observa Milanez.

"Nós saímos de uma geração muito preocupada com sucesso, estabilidade, em ficar rico logo, etc. Mas, se for pensar no contexto do país, nós tínhamos uma instabilidade econômica muito forte, então havia a noção de que era necessário, antes de tudo, sobreviver. [...] A partir do momento em que nós temos uma economia mais estável, é possível pensar em outros objetivos".

Enquanto 34 % dos jovens classificam a geração atual como “sonhadora”, outros 31% a definiram como “consumista”. Neste sentido, 91% disseram acreditar que as pessoas consomem mais do que precisam e 9% têm medo de ganhar muito dinheiro e ficar infelizes. A percepção sobre o Brasil também mudou. Para a geração atual, o Brasil já não é mais o “país do futuro”, e sim o país “do presente”. Em cinco anos, porém, os brasileiros viverão no “país da esperança”, como apostam 46% dos entrevistados.

Por Portal R7.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Campanha do desarmamento quer superar marca de um milhão de armas

Inicia em maio a nova campanha do desarmamento. A meta do governo é superar os números anteriores, quando foram recolhidas mais de 1 milhão de armas.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Vídeos dos trabalhos de Sociologia - 2010

Ufa! Demorou mais que eu queria, mas finalmente consegui postar os vídeos dos trabalhos de 2010. Estão no meu canal do Youtube. Confiram:

http://www.youtube.com/user/cleberfcduarte

sábado, 16 de abril de 2011

O massacre no Realengo e a proibição da venda de armas

A comoção nacional provocada pelo assassinato a tiros de 12 crianças, e ferimento de outras 12, na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Realengo, no Rio de Janeiro, recoloca em debate uma questão que foi submetida a referendo em 2005 e, sob forte artilharia da direita e dos setores mais conservadores, foi decidida a favor daqueles que apoiam a comercialização de armas: a questão da proibição ou não da venda de armas de fogo.

Foi uma decisão que o senador José Sarney (PMDB-AP) quer corrigir. Ele anunciou a intenção de convocar um plebiscito, para ocorrer em outubro, que voltará a perguntar aos brasileiros: “O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?”.

O massacre ocorrido no Rio de Janeiro, no último dia 7, envolve um conjunto de circunstâncias trágicas que vão desde a saúde mental do próprio criminoso, que se suicidou, até a facilidade ao acesso (mesmo ilegal) a armas e munições. A existência de obstáculos ao comércio da violência certamente cercearia ou dificultaria a realização daquele ato insano cometido contra os alunos, meninos e meninas, daquela escola.

O Estatuto do Desarmamento aprovado em 2003 previa a proibição da venda de armas de fogo – um item que, para entrar em vigor, dependia da aprovação num referendo que o próprio Estatuto marcou para 2005.

A campanha em defesa do comércio das armas de fogo ocorreu num momento de violento ataque conservador contra o presidente Lula e foi um divisor de águas que alinhou os conservadores e a direita entre os que defendiam a revogação daquela proibição. A propaganda foi fortemente emocional, baseada principalmente no argumento discutível do direito do cidadão escolher o procedimento que julgue melhor para sua própria defesa contra roubos ou mesmo ameaças de morte.

Isto é, macaqueando a realidade violenta da sociedade norte-americana, a direita e os conservadores propagaram a ideia da privatização (ou individualização) da defesa pessoal, desconsidera-o como um direito de todos e um dever do Estado.

O resultado do referendo foi avassalador, e uma derrota significativa para os setores democráticos e não violentos, que defendiam a proibição do comércio de armas. Os defensores deste comércio alcançaram 59 milhões de votos (64%), contra os 33 milhões (36%) que votaram pela proibição da venda de armas.

Em consequência, nos cinco anos seguintes a venda legal de armas cresceu 81%. Em 2004, antes do referendo, foram vendidas 63 mil pistolas e revólveres. Dois anos depois da vitória do “não”, esse número pulou para 134 mil! E continuou crescendo, de tal forma que em cinco anos, entre 2005 e 2010, chegou a mais de 635 mil.

Levantamentos feitos pela organização Viva Rio mostram que devem existir 16 milhões de armas no Brasil, sendo 14,5 milhões em poder de civis. Metade delas seriam armas ilegais ou clandestinas. Para piorar, o preço das munições e das próprias armas no mercado negro é muito baixo, como diz a secretária Nacional de Direitos Humanos, Maria do Rosário. "Uma bala custa R$ 5. Uma arma no mercado clandestino custa R$ 50 ou R$ 100. É possível vivermos com isso? Não, não é possível", reage a ministra, que apoia a convocação de um novo plebiscito sobre o assunto.

Este é um problema grave. Armas compradas legalmente podem ser roubadas (a audácia dos assaltantes chega inclusive a assaltar quartéis e delegacias!) irrigando um mercado negro florescente no qual tiveram origem as armas usadas no massacre da Escola Municipal Tasso da Silveira.

E as campanhas de desarmamento tem resultados que podem ser considerados irrisórios. O próprio deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), o campeão da “bancada da bala” na Câmara dos Deputados, admite que nos últimos quatro anos apenas 500 mil armas foram retiradas de circulação voluntariamente nas campanhas de desarmamento ocorridas.

Neste sentido, a proposta do senador José Sarney merece apoio. Ela é uma homenagem às vítimas do insano atirador da Escola Municipal Tasso da Silveira.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Linguagem falada humana surgiu na África

O continente africano parece ser mesmo o berço de basicamente tudo que se refere a espécie humana, inclusive da linguagem falada. Uma análise dos sons usados na comunicação humana feita pelo pesquisador Quentin Atkinson, da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, indica que ela nasceu apenas uma vez, na África.

O trabalho foi feito com base em 504 línguas diferentes, e mostrou que há uma maior diversidade de fonemas nas línguas africanas e uma menor, na fala dos povos da América do Sul e do Pacífico. “Eu sabia que uma das evidências que dão suporte à origem do homem moderno na África é a diminuição da diversidade genética com o aumento da distância da África", explicou Atkinson ao iG.

De acordo com ele, isto se encaixa no chamado "modelo do efeito fundador", no qual populações que se expandem por novos territórios passam por períodos de gargalo - épocas de diminuição do tamanho da população - durante os quais há uma perda de diversidade.

"Esta teoria prevê que a diversidade deveria ser maior no ponto de origem da expansão”, prossegue o pesquisador. E completa: “Eu sabia que as linguagens têm um menor número de fonemas (usam menos sons) em populações pequenas, e pensei que seria interessante verificar se havia um efeito fundador linguístico, e onde ele colocaria a origem da linguagem”.

A diminuição do número de fonemas não pode ser explicada, segundo Atkinson, por outros fatores, como mudança demográfica, e é uma forte evidência de que a origem de todas as línguas humanas modernas ocorreu na África. Publicado na revista Science desta quinta-feira, 14, o resultado surpreendeu o próprio pesquisador, que esperava que a distribuição dos fonemas ao redor do mundo fosse aleatória.

“Em vez disso, há estas claras diferenças regionais[...] e elas levam a uma origem na África, como vemos com os genes”, afirmou.

“Gosto da ideia de que todas as línguas vêm de uma mesma origem", comentou. "Do ponto de vista de que a linguagem é um marco da identidade cultural, isto significa que, como nossa herança genética, ela provém da África."

Fonte: Portal iG

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Benicio del Toro visita escola do MST e se encontra com Dilma

Benício del Toro visita escola do MST Benício del Toro visita escola do MST

O ator e produtor Benicio Del Toro está no Brasil. Portorriquenho de nascimento, Del Toro, que vive nos Estados Unidos, faz a terceira visita ao Brasil motivado pelo interesse em desenvolver um trabalho com o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) para o cinema.

Del Toro já atuou em mais de 15 produções internacionais, como Traffic (2000), 21 Gramas (2003), Os Suspeitos (1995) e as duas partes da cinebiografia de Che Guevara (2008), dirigidas pelo norte-americano Steven Soderbergh. Para o ator, o trabalho desempenhado nos longas sobre o argentino Ernesto "Che" Guevara provocou uma autoanálise. “Acho que fazendo estes dois filmes, de certa forma, entrei em contato comigo mesmo e fui em busca das minhas origens”, afirmou ao Opera Mundi.

Na tarde desta quarta-feira (15), o ator visitou a escola Florestan Fernandes, em Guararema, estado de São Paulo, onde conversou com militantes e estudantes de toda a América Latina e se encontrou com o escritor brasileiro Fernando Morais. Del Toro não economizou simpatia e fez questão de atender ao pedido de todos os que o abordavam para uma fotografia ou pergunta. O portorriquenho também plantou uma árvore no acampamento do MST.

Em sua agenda no Brasil, estão previstos encontros com outros cineastas brasileiros e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além da candidata à Presidência do Brasil da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Roussef, no Rio de Janeiro. Há especulações de que ele pode participar de um comício com Dilma, no próximo sábado (18) em Campinas, interior de São Paulo.

Com Opera Mundi

Fonte:
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=11&id_noticia=137132